Um estudo científico e revelador foi capaz de analisar como uma possível sexta extinção em massa pode vir a acontecer.
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De acordo com uma equipe ligada à à ONG norte-americana Resolve, o caso seria possível de ser revertido por meio de ações de preservação de uma área equivalente a 1,2% da superfície do planeta. A iniciativa teria custo e um cronograma realistas.
Os pesquisadores ressaltaram no estudo que, cerca de 38% destes locais são anexos a áreas de conservação ambiental existentes, ou ficam a menos de 2,5 quilômetros delas. Tal ação poderia, inclusive, reduzir os custos da iniciativa, estimada em US$ 169 bilhões.
Para o desenvolvimento desta proposta, a equipe realizou um mapeamento de “distribuições de espécies raras e ameaçadas por meio de seis avaliações de biodiversidade amplamente utilizadas”. Esses locais foram sobrepostos com o mapa mais recente ou áreas protegidas globais para identificação dos locais desprotegidos que requer proteção imediata.
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A maioria dos Imperativos de Conservação estão concentrados em áreas tropicais, e se restringem a cinco países principais: Filipinas, Brasil, Indonésia, Madagascar e Colômbia. Para proteção destes locais, seriam necessários US$ 53 bilhões por ano durante os próximos cinco anos. Além disto, a preservação destas áreas fazem parte de uma estratégia maior para proteger o planeta.