Pesquisadores do Reino Unido e da Eslovênia apontaram que nossa respiração pode indicar sinais de Alzheimer, e que alguns fatores como nossos padrões respiratórios podem apoiar o diagnóstico da doença.
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Os estudiosos compararam dados cerebrais, cardíacos e respiratórios de pacientes com e sem a doença. Os testes mostraram que pacientes com Alzheimer possuem taxas de respiração maiores que os participantes sem a doença. A análise foi realizada com sensores aplicados no couro cabeludo dos pacientes, sendo rápida e econômica que outras técnicas de diagnóstico.
Para o estudo, os cientistas compararam ondas e oxigenação cerebral, frequência cardíaca e esforço respiratório de pacientes com e sem Alzheimer. O estudo revelou que a taxa de respiração em pacientes de Alzheimer (cerca de 17 por minuto) é superior quando comparada à dos participantes sem a doença (por volta de 13 por minuto).
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“É muito provável que reflita uma inflamação, talvez no cérebro, que, uma vez detectada, pode ser tratada e estados graves de Alzheimer podem ser prevenidos no futuro”, explicou Aneta Stefanovska, líder do estudo, em comunicado.