Um grupo de acadêmicos da Universidade de Harvard publicou na plataforma ResearchGate um estudo instigante que propõe uma hipótese fora do comum: uma civilização alienígena extremamente avançada poderia estar vivendo secretamente na Terra. Conforme os autores, essa ideia, classificada por eles como “exótica”, busca oferecer uma explicação alternativa para os chamados UAPs — fenômenos aéreos não identificados, popularmente conhecidos como óvnis.
++ Borboleta amazônica engana formigas com feromônio falso e revela aliança inédita na natureza
De acordo com os pesquisadores, muitos dos avistamentos de UAPs podem representar manifestações tecnológicas de uma sociedade inteligente que optou por permanecer invisível à civilização humana. Além disso, eles sugerem que essa ocultação seria possível devido ao uso de tecnologias tão avançadas que ultrapassam nossa capacidade atual de compreensão científica.
O estudo também explora diversas possibilidades quanto à origem desses seres encobertos. Entre as hipóteses, estão visitantes vindos de outras estrelas, civilizações humanas antigas que evoluíram tecnologicamente e depois desapareceram, além de viajantes do tempo ou organismos que teriam evoluído paralelamente aos humanos. Todas essas alternativas sugerem uma presença inteligente que, por algum motivo, permanece à margem do nosso conhecimento.
Segundo os autores, essas possíveis civilizações poderiam operar em regiões de difícil acesso, como áreas isoladas ou ambientes subterrâneos, incluindo vulcões e cavernas profundas. Nesses locais, utilizariam dispositivos tão sofisticados que, do nosso ponto de vista, pareceriam elementos sobrenaturais ou impossíveis. Com informações da terrafatos.
++ Baleias encalham em praia no Japão após terremoto
Embora o estudo não apresente provas materiais, ele se baseia em reflexões teóricas e especulações. Ainda assim, sua proposta convida a repensar a forma como interpretamos os UAPs e, sobretudo, onde e como procurar vida inteligente. Em suma, a teoria abre espaço para o debate ao sugerir que talvez não estejamos sozinhos — e que os “outros” já estejam aqui, apenas escondidos de nós.