Sebastián Marset figura entre os nomes mais temidos pelas autoridades internacionais. Atualmente foragido, ele é alvo de uma intensa caçada global. Como parte do esforço para capturá-lo, o governo dos Estados Unidos ofereceu uma recompensa superior a R$ 11 milhões por informações que levem à sua prisão.
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Acusado de comandar redes de tráfico internacional de drogas, Marset permaneceu por um longo período escondido na Bolívia. Durante esse tempo, surpreendentemente, assumiu uma identidade falsa e passou a atuar como jogador de futebol. Além disso, usou documentos forjados para se registrar como atleta profissional. Esses dados, segundo as investigações, teriam sido validados por entidades oficiais, incluindo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
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A ousadia do plano chamou a atenção das autoridades. Mais do que isso, evidenciou a sofisticação de sua organização criminosa. Ao mesmo tempo, o caso reacendeu o debate sobre as falhas na fiscalização de registros esportivos.
Sobretudo, a situação expôs vulnerabilidades que podem ser exploradas por grupos ligados ao crime organizado. Assim, Marset tornou-se símbolo de um problema mais amplo: a infiltração de redes criminosas em estruturas legais.