Na década de 1970, as laterais das partidas da NBA iam muito além de simples orientações táticas — transformaram-se em verdadeiras passarelas de estilo. Técnicos como Bill Russell, Gene Shue e Cotton Fitzsimmons protagonizavam verdadeiros desfiles à beira da quadra, exibindo ternos extravagantes, calças boca de sino, lapelas largas e cores vibrantes. Mais do que vestuário, suas escolhas refletiam personalidade, ousadia e uma era marcada pela liberdade criativa.
++ Teoria de Harvard sugere presença oculta de civilização alienígena na terra
Ademais, os estilos variavam entre blazers xadrez, conjuntos em tons pastel e camisas florais. Essas peças consolidaram uma fase única na história do basquete, em que o visual ousado não era apenas tolerado, mas celebrado. Nesse contexto, o esporte fundia-se à cultura pop, criando uma estética que transcendia o jogo em si.
++ Bloqueio de contas: EUA aplicam sanções a Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky
Além disso, o vestuário dos técnicos comunicava mais do que estilo. Revelava confiança, liderança e domínio estratégico. A energia transmitida por suas aparições impactava tanto os jogadores quanto os espectadores. Misturando a astúcia de um estrategista com o carisma de um ícone fashion, eles marcaram uma época em que o comando técnico também brilhava fora do placar.