Durante a Idade Média, pessoas acusadas de bruxaria enfrentavam severas perseguições. Para a sociedade da época, certos sinais e comportamentos eram suficientes para que alguém fosse rotulado como bruxa ou bruxo. Entre eles, estar associado a práticas consideradas fora do comum, como o uso de ervas para curas ou feitiços, já levantava suspeitas.
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Outros indícios que chamavam atenção eram marcas no corpo, chamadas de “marcas do diabo”, que supostamente seriam sinais deixados por pactos com entidades malignas. Além disso, pessoas que apresentavam comportamentos excêntricos, ou eram socialmente isoladas, eram vistas com desconfiança e facilmente denunciadas.
A presença de animais como gatos negros, corujas ou sapos ao redor de alguém também era considerada uma prova de ligação com o oculto. As crenças populares ligavam esses animais a familiares ou espíritos ajudantes das bruxas.
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Esses indícios, combinados com o medo e a superstição, levaram a julgamentos muitas vezes injustos e brutais. Milhares de pessoas foram perseguidas e executadas com base apenas em suspeitas, mostrando como a ignorância e o medo marcaram aquele período sombrio da história.