Um grupo de cientistas da Universidade de Mie, no Japão, liderado pelo Dr. Ryotaro Hashizume, alcançou um marco significativo no estudo da síndrome de Down. Utilizando a avançada tecnologia de edição genética CRISPR, a equipe conseguiu eliminar a terceira cópia do cromossomo 21 — responsável pela trissomia que causa a condição.
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Após o procedimento, as células afetadas voltaram a funcionar normalmente. Além disso, a produção de proteínas foi restaurada, bem como a regulação adequada dos genes. A técnica demonstrou uma taxa de sucesso de aproximadamente 30,6%, atuando de forma eficaz tanto em células-tronco quanto em células da pele já maduras.
O sistema CRISPR foi ajustado com precisão para remover exclusivamente o cromossomo extra, preservando as duas cópias saudáveis do DNA. Isso representa um avanço promissor, ainda que não definitivo, pois atua diretamente na origem genética da síndrome — e não apenas nos seus sintomas.
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Nesse sentido, o estudo abre caminho para novas possibilidades de tratamento, oferecendo uma perspectiva inédita para milhares de famílias que convivem com a síndrome de Down. Embora mais pesquisas sejam necessárias, os resultados já inspiram esperança e otimismo.