Os animais de estimação sem raça definida, conhecidos como SRD, vêm conquistando cada vez mais espaço no coração das famílias brasileiras. Neste 31 de julho, celebra-se o Dia do SRD, data que chama atenção para o carinho e a importância desses pets no cotidiano. Conforme o PetCenso 2025, promovido pela PetLove, os SRDs já representam cerca de 26% da população canina nos lares do país.
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Desde meados de 2016, os cães e gatos sem pedigree superaram em número os de raças definidas. Além disso, essa tendência revela uma mudança de mentalidade entre os tutores: a valorização do afeto, da personalidade e da conexão genuína com o animal se sobrepõe à busca por características genéticas específicas.
A veterinária Mayara Andrade ressalta que adotar um SRD significa muito mais do que ter um animal de estimação. “Adotar um pet sem raça é abraçar o amor verdadeiro, rompendo preconceitos e reconhecendo o valor do afeto e da convivência”, afirma. Em outras palavras, a adoção torna-se um gesto de empatia e consciência.
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Nesse sentido, a popularidade crescente dos SRDs evidencia que o laço emocional com o tutor é o fator mais relevante. Independentemente da origem ou da aparência, o cuidado diário, o companheirismo e o amor trocado definem a relação entre humanos e animais.