Durante a Segunda Guerra Mundial, o combatente húngaro András Toma foi capturado pelas forças soviéticas e levado para a Rússia. Inicialmente, parecia mais um caso comum de prisioneiro de guerra, mas rapidamente se tornou uma história única no pós-conflito.
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Em 1947, Toma foi internado em um hospital psiquiátrico russo, onde permaneceu isolado por mais de 50 anos. Os funcionários acreditavam que ele tinha problemas mentais, mas, na realidade, ele apenas falava húngaro, idioma que ninguém na instituição compreendia.
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Somente em 1997, as autoridades perceberam que Toma não sofria de distúrbios mentais. Após identificar seu idioma, iniciou-se o processo de retorno à Hungria. Finalmente, em 2000, András Toma voltou ao seu país, tornando-se o último prisioneiro de guerra da Segunda Guerra Mundial a ser repatriado.