O Caranguejo-ferradura, conhecido como Limulus polyphemus, destaca-se como uma criatura fascinante que habita as costas do Atlântico, especialmente na América do Norte. Com seu formato característico de casco e coloração que varia entre azul e verde, esse artrópode frequentemente confunde-se com um crustáceo, mas, na verdade, está mais próximo dos aracnídeos.
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Esse organismo apresenta uma carapaça robusta que pode atingir até 50 cm de comprimento. Ademais, ele possui cinco pares de pernas, sendo o primeiro par adaptado para capturar alimentos. Além disso, o seu sangue azul se destaca pela presença da hemocianina, uma proteína responsável pelo transporte de oxigênio, o que o diferencia do sangue vermelho encontrado em vertebrados. Essa singularidade torna o caranguejo-ferradura um organismo verdadeiramente intrigante.
Além de suas características únicas, o caranguejo-ferradura desempenha um papel crucial na medicina moderna. Seu sangue contém lisato de amebócitos, que é altamente eficaz na detecção de bactérias e endotoxinas. Isto é, ele se torna um recurso indispensável na indústria farmacêutica. Anualmente, cerca de 30.000 litros de seu sangue são coletados para testes de segurança de vacinas e equipamentos médicos. Contudo, as preocupações sobre a sustentabilidade da espécie permanecem.
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Proteger seu habitat é uma responsabilidade coletiva que se torna essencial para garantir a continuidade dos avanços médicos que dependem de suas propriedades extraordinárias. Assim, devemos assegurar que essa espécie continue a desempenhar seu papel inestimável na salvação de vidas por muitas gerações futuras.
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