As estrelas-do-mar são criaturas marinhas fascinantes, com uma anatomia que desafia o que costumamos entender por “inteligência”. Apesar de não possuírem cérebro, esses animais conseguem se mover, reagir ao ambiente e até tomar decisões simples graças a um sistema nervoso descentralizado. Em vez de um centro de comando, cada braço possui gânglios nervosos que coordenam suas ações.
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Esse sistema permite que a estrela-do-mar perceba luz, temperatura e toque, mesmo sem órgãos sensoriais complexos. Ela se movimenta lentamente pelo fundo do mar usando pequenos pés tubulares, localizados em sua parte inferior. Esses pés, movidos por pressão hidráulica, são coordenados sem a necessidade de um cérebro tradicional — uma forma de funcionamento única no reino animal.
Além dessa estrutura neurológica curiosa, as estrelas-do-mar são conhecidas por sua incrível capacidade de regeneração. Se perderem um dos braços, podem crescer outro com o tempo — e, em algumas espécies, até um braço perdido pode gerar um novo indivíduo completo, desde que contenha parte do disco central do corpo.
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Essa combinação de simplicidade e resistência torna as estrelas-do-mar um exemplo de como a natureza encontra soluções eficientes e inesperadas para a sobrevivência. Mesmo sem cérebro, esses seres mostram que a vida marinha ainda guarda muitos mistérios e adaptações incríveis.