





Sarah Kraning, uma artista de Minneapolis, tem chamado a atenção nas redes sociais ao transformar músicas em pinturas impressionantes. Desde a infância, Kraning se apaixonou pela pintura e pela música, criando obras que refletiam as cores e sensações que ela percebia ao ouvir suas canções favoritas.
Essa conexão profunda entre som e imagem a levou a descobrir, anos mais tarde, que suas percepções eram parte de um fenômeno chamado sinestesia, onde diferentes sentidos se cruzam, permitindo que ela “veja” a música em forma de cores e texturas.
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Hoje, aos 31 anos, Kraning usa sua sinestesia para capturar a essência de músicas populares. Suas obras incluem “Red Wine Supernova” de Chappell Roan, “What Was I Made For” de Billie Eilish e “The Prophecy” de Taylor Swift. Para ela, cada música proporciona uma experiência única, quase como um “sonho acordado”. “Elas têm cores, texturas e movimentos únicos”, afirmou Sarah à People.
Além disso, o feedback que Kraning recebe de músicos a gratifica muito. Ela acredita que muitos artistas também percebem a música em termos de cor e textura, criando uma conexão autêntica entre sua arte e a música que a inspira.
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Às vezes, Kraning consegue concluir uma pintura em minutos, enquanto outras vezes leva dias ou semanas para finalizar uma obra mais complexa. Recentemente, ela criou uma peça inspirada na música vibrante do grupo de K-pop Stray Kids. A artista descreveu essa pintura como caótica e cheia de movimento, refletindo a energia da canção.
Novos projetos
Kraning também está animada com novos projetos, incluindo obras sobre grupos populares como BTS e artistas como Sabrina Carpenter. Além disso, à medida que sua popularidade cresce, Sarah Kraning continua a explorar a interseção entre música e arte. Dessa forma, sua sinestesia não apenas enriquece sua experiência criativa, mas também ressoa com um público cada vez maior.