Pesquisadores anunciaram uma descoberta arqueológica de grande relevância sob a Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém. Eles identificaram vestígios de um antigo jardim, o que fortalece um dos episódios centrais da narrativa cristã. A equipe acredita que esses achados coincidem com a descrição contida no Evangelho de João.
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A passagem de João 19:41 afirma: “No lugar onde ele foi crucificado, havia um jardim; e no jardim, um sepulcro novo, onde ninguém ainda havia sido colocado. Ali, colocaram Jesus.” Inspirados por esse trecho, os estudiosos passaram a buscar indícios físicos que sustentassem o relato. Agora, com esta nova descoberta, há mais fundamentos para considerar que o local pode estar diretamente relacionado ao sepultamento de Jesus.
Durante as escavações, a equipe da Universidade Sapienza, de Roma, analisou restos vegetais preservados na região. Surpreendentemente, essas amostras foram datadas da época pré-cristã, sugerindo que o jardim já existia por volta do ano 33 d.C. Além disso, os pesquisadores ressaltam que alguns cálculos históricos e astronômicos indicam a possibilidade de a crucificação ter ocorrido entre os anos 36 e 37 d.C., ampliando ainda mais o debate.
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Apesar das novas evidências, a localização exata do sepulcro de Jesus ainda é motivo de disputa entre estudiosos. Por um lado, há quem defenda a autenticidade da Igreja do Santo Sepulcro. Por outro, arqueólogos apontam túmulos escavados em rocha, datados do primeiro século, como elementos igualmente convincentes. Assim, o tema continua alimentando investigações e reflexões sobre as origens do cristianismo.