Arqueólogos encontram pão de massa assado em 1930 d.C

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Em 1930, arqueólogos descobriram um pão de massa azeda assado em 24 de agosto de 79 d.C., na cidade de Pompeia, na Itália. Esse alimento permaneceu preservado por quase dois milênios, fornecendo informações valiosas sobre a alimentação dos antigos romanos.

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O pão sobreviveu graças à proteção do forno onde foi assado. O calor extremo da erupção carbonizou a massa, impedindo sua decomposição e garantindo sua preservação até os dias atuais.

Pinturas encontradas nas paredes da cidade retratam pães semelhantes, sugerindo que esse alimento fazia parte da dieta cotidiana. Além disso, esses quadros mostram que os habitantes de Pompeia também consumiam peixe, amêndoas, maçãs, peras e feijão broad.

Acredita-se que esse pão tenha sido produzido em uma padaria profissional. Ele traz uma marca que indica o nome de seu possível fabricante: “Celer, escravo de Quintus Granius Verrus.” Curiosamente, registros indicam que Celer sobreviveu à erupção, pois seu nome aparece em uma lista de escravos libertados posteriormente.

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Esse achado reforça o conhecimento sobre a cultura alimentar da Roma Antiga e como a erupção do Vesúvio congelou no tempo diversos aspectos da vida cotidiana em Pompeia. Assim, o pão carbonizado permanece como um testemunho singular da história e da resiliência da arqueologia.

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