Em fevereiro de 2019, um filhote de baleia jubarte foi encontrado sem vida em um manguezal na ilha de Marajó, no Pará. O animal, com aproximadamente um ano de idade e 8 metros de comprimento, surpreendeu os especialistas devido à localização inusitada.
++ Mulher pega furtando comida recebe cesta básica de policial e se emociona
A baleia foi localizada em uma área remota de Soure, onde o difícil acesso impossibilitou sua remoção imediata. Assim, uma equipe composta por 13 profissionais realizou a necropsia no próprio local, recolhendo amostras essenciais para análises mais aprofundadas.
Esse achado inusitado levantou várias questões importantes, como: O que levou a baleia a se afastar tanto do oceano? Quais fatores permitiram que o filhote chegasse até o manguezal? Como o animal conseguiu alcançar um ambiente tão distinto de seu habitat natural?
++ Vídeo de jacaré aparentemente congelado com o focinho fora d’água viraliza
Esses questionamentos abriram espaço para investigações mais detalhadas. O estudo do animal, conduzido por biólogos do Instituto Bicho D’Água e do Museu Paraense Emílio Goeldi, envolveu o envio de amostras para laboratórios em Belém e no Rio de Janeiro. A principal hipótese levantada sugere que o filhote tenha se separado da mãe durante o percurso migratório, resultando em sua desorientação e eventual chegada ao manguezal.