A narrativa da “Menina Sem Nome” começou em 23 de junho de 1970, quando seu corpo apareceu na Praia do Pina, em Recife. O rosto coberto de areia e as mãos atadas para trás despertaram a atenção de todos. Naquele período, a polícia identificou alguns culpados; no entanto, a verdadeira identidade da jovem nunca foi revelada.
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A investigação determinou que a causa da morte resultou em asfixia, acompanhada pela aspiração de grãos de areia. Os exames confirmaram, além disso, que não houve evidência de violação sexual. Essa informação contribui para o mistério que cerca a história da menina.
Esse enigma ganhou destaque em uma reportagem do programa Fantástico, exibida no domingo, dia 4. O material, elaborado pela jornalista Mônica Silveira, revela detalhes de uma história que continua a cativar milhares de pessoas até os dias atuais. Isso é especialmente relevante, considerando que o relato da menina ainda ressoa profundamente na sociedade.
O relato enfatiza que ninguém sabe quem foi ou como viveu a menina, que, para muitos, aparece como uma santa. Diariamente, devotos de diversos lugares se reúnem para deixar doces, brinquedos e até lembranças na sepultura da criança. Assim, sua memória se perpetua entre os que acreditam em sua santidade.
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Um ano após sua morte, a menina começou a ser venerada como santa na cidade. Embora a Arquidiocese de Olinda e Recife não a reconheça — já que não houve processo de beatificação —, a jovem atrai, a cada dia, um número crescente de seguidores. Portanto, o impacto de sua história continua a se expandir, envolvendo mais pessoas e mantendo viva a lembrança de sua vida.