Localizada no coração de Pequim, a Cidade Proibida — cujo nome oficial chinês, Zǐjìnchéng (Cidade Proibida Púrpura), realça sua conexão com o poder celestial — foi construída entre 1406 e 1420 a mando do imperador Yongle, da dinastia Ming. Comportava a residência e o centro político de 24 imperadores, tanto Ming quanto Qing, até o início do século XX.
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O complexo, considerado o maior palácio imperial do mundo, ocupa cerca de 720 000 metros quadrados (aproximadamente 178 acres), delimitado por muralhas de 10 metros de altura e um fosso com 52 metros de largura. Dentro dessa área, estão distribuídos mais de 980 edifícios que totalizam cerca de 9 300 cômodos.
A disposição arquitetônica segue um eixo central norte‑sul planejado conforme o feng shui, reforçando a simbologia imperial e o status do imperador como representante do Céu na Terra. A porção sul, conhecida como Corte Exterior, era palco de grandes cerimônias, como coroações, enquanto a Corte Interior, ao norte, abrigava os aposentos privados do imperador e sua família.
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Hoje, a Cidade Proibida funciona como o Palace Museum, patrimônio mundial da UNESCO desde 1987, e recebe milhões de visitantes por ano. Equipes de restauração utilizam técnicas avançadas — como difração de raios X e “inpainting” — para preservar objetos como cerâmicas, pinturas, relógios antigos e tecidos centenários. Dessa forma, o local segue como um elo vivo com a história da China imperial e como um marco perene da arte e da arquitetura antiga.