A longevidade dos brasileiros voltou a crescer em 2024 e alcançou 76,6 anos ao nascer, conforme dados atualizados do IBGE. Além disso, esse avanço reforça a recuperação iniciada após o aumento expressivo de óbitos durante a pandemia de Covid-19. Assim, o novo índice indica que o país continua a superar gradualmente os impactos deixados pela crise sanitária.
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Embora o resultado geral mostre melhora em relação a 2023 — quando a média era de 76,4 anos —, a distância entre homens e mulheres permanece significativa. As mulheres, por exemplo, seguem com maior expectativa de vida e chegam a 79,9 anos. Já os homens mantêm uma projeção mais baixa, de 73,3 anos. Além disso, especialistas apontam que fatores sociais, comportamentais e de acesso à saúde continuam influenciando essa diferença de forma decisiva.
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O acréscimo de aproximadamente dois meses e meio em apenas um ano revela uma retomada consistente das condições de saúde e sobrevivência da população. Ademais, esse aumento marca um novo capítulo na evolução demográfica do país. Como resultado, o Brasil inicia um período que pode redefinir suas políticas sociais, sobretudo no planejamento voltado ao envelhecimento ativo e à qualidade de vida.
